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O que esperar de um avivamento? - Vox Play

O que esperar de um avivamento?

“Vinde, e tornemos ao SENHOR, porque ele despedaçou, e nos sarará; feriu, e nos atará a ferida.
Depois de dois dias nos dará a vida; ao terceiro dia nos ressuscitará, e viveremos diante dele.
Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Oséias 6.1-3 ).

Avivamento é quando o Espírito Santo renova, enche de vida e desperta a igreja sonolenta e muitas vezes corrompida pelo pecado.

Segundo o Dr. Martin Loyd-Jones, “avivamento é uma experiência na vida da Igreja quando o Espírito Santo realiza uma obra incomum. Ele a realiza, primeiramente, entre os membros da Igreja: é um reviver dos crentes. Não se pode reviver algo que nunca teve vida; assim, por definição, o avivamento é primeiramente uma vivificação, um revigoramento, um despertamento de membros de igreja que se acham letárgicos, dormentes, quase moribundos”.

E em cada avivamento precisamos ficar na expectativa por certas coisas e existe pelo menos quatro fatores que precedem cada avivamento, porém não são comuns a todos.

O primeiro é o declínio espiritual e moral entre o povo de Deus, sendo que a título de exemplo podemos citar o momento em que Davi foi levantado como rei, o qual foi precedido por mais de 6 décadas em que a Arca da Aliança estava fora do lugar certo em Jerusalém.

O segundo fator é a execução de um juízo divino. Todos os grandes avivamentos que marcaram a história vieram precedidos de alguma espécie de juízo da parte de Deus. O Senhor faz a ferida, mas também trás a cura, promovendo então um grande avivamento (Oséias 6.1).

O surgimento de líderes consagrados ao Senhor é o terceiro fator que precisamos ficar na expectativa antes de cada avivamento. E aqui não falo apenas dos líderes de uma igreja local, mas líderes de forma geral, em todos os setores da sociedade, incluindo líderes políticos.

Veja que a Palavra de Deus é farta em exemplos de líderes políticos consagrados ao Senhor que precederam avivamentos na história de Israel: Avivamento com Moisés (Êxodo 32 e 33), Avivamento com Samuel (1 Samuel 7), Avivamento com Davi (2 Samuel 6,7), Avivamento com Asa (2 Crônicas 14-16), Avivamento com Josafá (2 Crônicas 17-20), Avivamento com Jeoiada (2 Crônicas 23,24), Avivamento com Ezequias (2 Crônicas 29-32), Avivamento com Josias (2 Crônicas 34,35), Avivamento com Zorobabel (Esdras 1-6), Avivamento com Esdras (Esdras 7-10), Avivamento com Neemias (Neemias 1-13), Avivamento com Joel (Joel 1, 2).

Em todos esses casos, Deus levantou o líder que compreendia seu papel de intercessor, isto é, aquele que se colocava na “brecha” para intermediar espiritualmente pelo povo.

Evidentemente, com sua morte na cruz e sua ressurreição, Jesus se tornou a ponte entre nós e Deus, contudo, isso não anula nosso papel de orarmos a Deus em favor de alguém ou de alguma causa (Efésios 3.14).

E por fim percebemos o último fator que é uma manifestação extraordinária do poder de Deus e grande número de arrependimento público precedendo um avivamento.

Logo, antes de ser um mero movimento de catarse coletiva, um avivamento genuíno é precedido de fatores que lhes dão sustentação e promovem profundas mudanças sociais, políticas e econômicas. É isso que precisamos esperar de um avivamento e eu vejo que a presença destes fatores no Brasil, tal como nuvens escuras prenunciam as chuvas, esses fatores prenunciam a chegada de um grande avivamento no Brasil. Oremos juntos por isso em nosso país!

:: Mariel Marra

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